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Pocket shows gratuitos antecipam Se Rasgum

Domingo, 02/10/2016, 10:48:01 - Atualizado em 02/10/2016, 11:21:12 Ver comentário(s) A- A+

Pocket shows gratuitos antecipam Se Rasgum (Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

Quatro dias de shows com atrações locais, nacionais e internacionais serão pouco para o 11º Festival Se Rasgum, que acontece entre os dias 1º e 5 de novembro, em três espaços de apresentações – Hangar, Estação das Docas e Teatro Margarida Schivasappa. Além da programação paralela, com a semana de profissionalização para quem atua no mercado da música e eventos, das ações sócio-ambientais e de uma mostra de documentários sobre música, este ano o festival integra seis pocket shows que antecipam a programação principal e vão acontecer em diferentes pontos de Belém.

As apresentações terão formato mais curto e aberto ao público, a partir de quinta-feira, 6 de outubro, uma chance para o público conhecer os artistas e o festival. Quem começa os pocket shows é o guitarrista Lucas Estrela, que toca quinta na Quitanda Bolonha, no Mercado de Carne do Ver-o-Peso. A banda Zeromou toca no dia 13, na Da Braun, e o Blocked Bones toca dia 22, no bar Black Dog. O cantor Arthur Espíndola se apresenta dia 23, no Banco da Amazônia, enquanto a banda Semente de Maçã toda no dia 28, no bar Old School, e o cantor Pedro Vianna encerra a programação no dia 29, no Shopping Boulevard.

Com exceção de Arthur Espíndola e Pedro Vianna, os demais shows serão todos às 19h. A “roda de samba” de Arthur será às 11h de um domingo, em frente à agência central do Banco da Amazônia, em plena calçada da Avenida Presidente Vargas. Já Pedro Vianna toca às 18h.

Para os artistas, mesmo uma apresentação menor tem um sabor diferente. “Como a Blocked Bones vai fazer show de lançamento do primeiro disco no Se Rasgum, então vai ser muito legal fazer essa história do pocket no Black Dog. O pub tem essa vibe bem intimista e tem a nossa cara”, comenta Filipe Alencar, vocalista e guitarrista da banda. 

“Participar da programação de pocket shows é uma experiência única, pois permite levar um show instrumental a lugares que geralmente não recebem espetáculos musicais. É uma oportunidade de apresentar o trabalho a um novo público e à comunidade”, diz Lucas Estrela.



(Diário do Pará)

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